Shimatai: Geek por natureza, nerd por definição

O que falta no Windows

Como alguns já sabem, eu acompanho e uso mais de um Sistema Operacional (SO), sendo que o Windows e Linux são os que eu uso com mais frequência.

Atualmente estou utilizando o Windows 7 Professional e o Ubuntu Linux 9.10, mas já usei/testei outros SOs, tais como o MacOS X Leopard, falecido BeOS (atual Haiku), FreeBSD e OpenSolaris.

A popularidade do Linux é baixa (em torno de 1%), apesar de já estar presente nos mais variados tipos de dispositivos, que vão de roteadores de rede a celulares, computadores e netbooks. Esse SO é mais conhecido por pessoas ligadas diretamente a tecnologia.

O Linux possui algumas características que não existem no Windows (ou não são de uso comum, como por exemplo o Virtual Desktop Manager  – disponível no Windows XP Power Toys ou via software de terceiros).

O vídeo abaixo é antigo, mas vale a pena mostrar como é mais prático e divertido de se trabalhar na área de trabalho do sistema. A demonstração no vídeo é do software Compiz/Fusion, que é um aplicativo que permite uma manipulação mais avançada dos múltiplos ambientes de trabalho (muito comum no Linux).

Recomendo ver o vídeo com o som desligado ;-)

Repare que é possível agrupar janelas, aplicar efeitos na transição de ambientes  e janelas, executar aplicações em ambientes diferentes (sem poluir o desktop com muitas janelas), aplicar zoom em parte da tela e poluir aplicar temas animados ao ambiente. O Compiz tem ainda várias outras características não apresentadas no vídeo, mas já é possível perceber o alto nível de interação entre o usuário e o ambiente.

Em minha opinião, o Windows 7 é a melhor versão do Windows lançada pela Microsoft, que sem dúvida possui um ambiente limpo, leve e funcional, mas falta um facilitador na manipulação de janelas e o suporte nativo a múltiplos ambientes, pois nos dias de hoje é comum abrirmos vários aplicativos que acabam lotando a barra de tarefas. O ideal seria poder agrupá-los em ambientes diferentes (como por exemplo um ambiente virtual com navegador e leitor de e-mail e outro com editor de textos e planilhas).

O Windows 7 trouxe várias melhorias se comparado com seus antecessores (Windows Vista e XP), mais ainda assim não é o suficiente para suprir a necessidade no que tange a usabilidade no ambiente de trabalho.

O ponto negativo do Linux é que ele ainda é utilizado por um nicho exclusivo, onde faltam aplicativos de grandes players (como Adobe, AutoDesk, Corel e Microsoft), o que inviabiliza o uso diário para boa parte dos usuários comuns, que estão acostumados com Word, Excel e Photoshop (mesmo que só usem 0,5% da capacidade destes aplicativos). Se você ficou com vontade de mudar de SO e partir para o Linux, pense bem e veja se todos os softwares que você usa no dia-a-dia estão disponíveis no sistema do pinguim.

Um outro bom exemplo de usabilidade em desktop é o MacOS X, da Apple, mas deixo para falar sobre ele em outra oportunidade. ;-)

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  • Muito boa a matéria, eu migrei pro Ubuntu 10.04 e (dps d apanhar mto consegui colocá-lo utilizável) estou gostando, dá p/ fz td q um usuário comum faz e trabalhar tb, visto q eu trabalho somente com ferramentas open source. O esforço p/ aprender um novo SO tá valendo a pena

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